Foi descoberta, recentemente, no chá verde dos Açores, através de uma investigação conduzida pelo especialista José Batista, uma substância que melhora as funções cognitivas, que combate demências como o Parkinson ou o Alzheimer e também aumenta a criatividade.
O chá verde, da família Camellia Sinensis, possui propriedades relaxantes e muito benéficas para a saúde. A Fábrica da Gorreana, vai produzir um novo tipo de chá que ameniza estas demências, que aumentam com a progressão da idade e também reduzir os riscos dos efeitos negativos das mesmas.
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Estes polifenóis são substâncias químicas que estão presentes nos vegetais e nos frutos, e são sustentados com vários estudos científicos, como sendo muito benéficos para os seres humanos e, por isso, devem ser incluídos na alimentação diária das pessoas.
“De acordo com a comunidade científica, os alimentos que são ricos em polifenóis possuem várias ações importantes no corpo, sendo antioxidantes, ajudando ainda a dar mais energia.”
José Batista, além de chegar à conclusão que o chá dos Açores é mais rico, quer agora criar condições à exploração desta potencialidade do chá verde, dando um principal destaque ao facto de, depois de ingerido o aminoácido, meia hora depois, este chega ao cérebro e estimula os neurotransmissores com a acicolina, que combate o Alzheimer e o Parkinson.
Este chá foi introduzido nos Açores no século XIX, oriundo do Brasil, e os Açores, são a única região da Europa que produz esta cultura, através das duas unidades de fábricas: Chá Gorreana e Porto Formoso, do concelho da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel.































